quinta-feira, 11 de abril de 2013
Manias tão minhas
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Licença poética para te odiar
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Meu eu com você
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Seres Imperfeitos
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Mundo Insano
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Espero
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Para minha mãe Iemanjá

Fiz um pedido aflito
Para minha mãe Iemanjá
Que lavasse meu coração
Com as águas do mar
E me ensinasse amar
Para que eu pudesse
Amar sem machucar
Que todas minhas tristezas
Ela pudesse levar
Que as más lembranças
Não pudessem voltar
Joguei flores sem espinho
Para minha mãe Iemanjá
Pois o mar devolve tudo
O que nele você jogar
terça-feira, 3 de maio de 2011
Oposto

Você é simplesmente um labirinto
Onde me perco e tanto sinto
Pois sou um simples caminho
Seguro, cheio de carinho.
Você é um mistério oculto
Um pensamento curto
Que dura à vida inteira
Pista derradeira
Enquanto eu sou pura liberdade
Viajando na eternidade
Você oposto de mim
Não é fácil ser assim
Você é um livro trancado
Segredos nunca revelados
Eu sou rascunho inacabado
Sou um ser imortalizado
Nas minhas belas palavras
Você não encontra morada
Em sua desmedida ação
Não cabe meu coração
O amor é mesmo surpreendente
No meio de tanta gente
Você veio me encontrar
E viemos a nos amar
O que era tão impossível
Aconteceu de maneira incrível
Hoje somos você e eu
A diferença, o amor venceu
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Silêncio

As explicações me enlouquecem
É só barulho sem razão
Como se você pudesse
Explicar o que não tem explicação
Deixe que o silêncio tente explicar
O que sinceramente não sei
Deixe tudo silenciar
O silêncio é minha nova lei
Deixe-me sentada
Pensado na vida
Olhando pro nada
Dor sofrida
Deixe que eu fique sem nada dizer
Deixe que eu me busque e me perca
Deixe-me esquecer
Deixe que eu fique quieta
Não é pecado não opinar
Não é pecado não saber
Só quero silenciar
Tanto eu quanto você
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Sereia do mar
| Praia da Sereia - Maceio/AL - By Claudia Souza |
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Nosso Lar
| Nascer do Sol - Por Claudia Souza |
Eu olho e respiro
Calmamente observo
O que há de mais belo
Não é só olhar
Mas também explorar
Buscar compreensão
É minha missão
Irônico narcisismo
Burro egoísmo
Esqueçamos o espelho
Há um mundo tão belo
É lindo e imenso
Inteiramente nosso
Nosso habitat
O que chamamos de lar
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Busca
| Vitral da Catedral da Sé - Centro de São Paulo. Por Claudia Souza |
Só eu não enxergo?
Insistentemente
Busco e me perco
Dizem que aqui é sua morada
Não faz sentido
Olho e não vejo nada
Não estou em território amigo
Sua ausência nesse lugar
Faz todo sentido pra mim
Não há nada pra olhar
Pois você não está aqui
Nessas paredes frias
Não encontro o calor da fé
Não encontro alegria
De joelhos, coração em pé
Obra da humanidade
Em minha verdade
Está em todos e em mim




